Como escrevo um livro #7: A capa

Enfim, a capa do meu livro ficou pronta. Foram meses de muitas idéias, sketches, rabiscos e debates com meu namorado - e fotógrafo da ca...


Enfim, a capa do meu livro ficou pronta. Foram meses de muitas idéias, sketches, rabiscos e debates com meu namorado - e fotógrafo da capa - DC Photography. Passamos vários dias discutindo quais eram os conceitos principais da estória e o que deveria (ou não) estar representado na capa.
Com a data do lançamento - semana que vem - se aproximando, nos mergulhamos nas concepções finais.
Como já contei antes, houve muito trabalho na construção das personagens - que podem ser vistas aqui. Com a elaboração da arte, não poderia ser diferente.
Quem acompanha o Instagram do Perplexidade e Silêncio - me segue - viu que, no fim-de-semana passado, postei uma foto do dia do ensaio  fotográfico.

Na fase de planejamento, decidimos que o melhor local para a foto da capa seria na praia, pois é onde o livro começa. Também queríamos uma representação da personagem principal, Virgínia. Nada mais justo, e prático, do que eu mesma ser fotografada como ela.
No fim-de-semana passado, fomos até a praia, em Santos aqui em São Paulo. Estava um dia extremamente nublado e chuvoso, e isso foi perfeito. Precisávamos mesmo de um céu fechado para transmitir a melancolia da trajetória de Virgínia.
Além disso, permitiu que a praia estivesse vazia e pudéssemos ficar à vontade para fazer as fotos. Precisei trocar de roupa, segurar ampulhetas e livros, fazer poses, driblar o vento e a chuva e mais uma série de variáveis. E, graças ao meu namorado, tudo correu bem e deu certo, pois a presença e o olhar técnico dele fizeram toda a diferença. 
E sem mais delongas ou explicações, eis a capa. 


Mas não fizemos somente a capa. Também fizemos a contracapa. Ajustei a sinopse depois de feedbacks que recebi de vocês, leitores (aliás, muito obrigada a todos que perderam um tempinho para me ajudar!).


Sinopse:
"Virgínia fazia sempre as mesmas perguntas para o Universo. O único problema é que ela não se lembrava que havia feito as mesmas perguntas antes. Ela mal se lembrava de quem era, de onde vinha ou porque morava com uma jovem menina chamada Sofia. E, de qualquer forma, o Universo - com seu chapéu e sobretudo da cor do céu - nunca se dava ao trabalho de respondê-la.
Virgínia se encontrava com o Universo, assim como também se encontrou com o Tempo e com o Destino em situações, no mínimo, enigmáticas, e cheias de aventuras e descobertas. Foram três encontros que mudaram a vida de Virgínia irremediavelmente. Aliás, mudaram também a vida da jovem menina chamada Sofia, que, ao contrário de Virgínia, nunca se esquecia das conversas que tinha.
Virgínia precisa montar um grande quebra-cabeça, recolhendo informações incompletas em seus encontros com cada Entidade, decifrando os mistérios do Universo, lidando com a teimosia do Tempo e buscando no Destino as respostas que nunca chegam. Ah, mas quando elas, as respostas, chegam, nada será como era antes."

Meu namorado também fez a edição das imagens e toda a diagramação e estilo dela e da contracapa. Ele é tão talentoso que até me dói! Obrigada, Di, sem você este meu sonho não seria tão possível nem tão mágico. Kärlek.

E aí, leitores, o que acharam? Esta é uma capa que chamaria a atenção de vocês em uma livraria?

E PREPAREM-SE: no próximo post, divulgarei o livro! Finalmente! Semana que vem é o lançamento!

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2 comentários

  1. Amei a capa! Simples e intensa. Como contracapa também ficaria bacana se pegasse o angulo de costas, dando a ideia de "frente e verso". Mas de toda forma, ficou incrível. Sucesso com esse novo projeto! :)

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